sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

1ª Eucaristia - Sua importância



Eucaristia significa reconhecimento, ação de graças, em grego, é uma celebração da Igreja Católica, para lembrar da morte e ressurreição de Jesus Cristo, é também chamada de comunhão.




Para receber a eucaristia, é necessário fazer a catequese, que são encontros onde as pessoas aprendem sobre Deus, a Bíblia, uma reflexão sobre o catolicismo. Após a catequese, aí sim o indivíduo está preparado para fazer a primeira comunhão, que geralmente é feita com 7 anos de idade, o que não impede que outras pessoas se convertam ao cristianismos, e façam depois. A eucaristia é um dos sete sacramentos, que é quando as pessoas recebem a hóstia, o símbolo do corpo de Cristo em cada um que faz a comunhão.
A eucaristia é o próprio sacrifício do corpo e do sangue de Jesus, é o banquete de Deus, onde ele reparte o pão e o vinho, representado pela hóstia, e relembrando o momento que Jesus o fez, com seus apóstolos, e cada indivíduo tem o direito de fazer a comunhão. Antes da comunhão, as pessoas têm que estar livres dos seus pecados, fazendo a confissão para um padre.
O significado da eucaristia é receber a hóstia como o corpo de Cristo que ele ofereceu na cruz, e o vinho é seu sangue derramado para remissão da humanidade. A transubstanciação ocorre durante a eucaristia, ou seja, existe uma mudança de substância, e o pão se transforma no corpo de Cristo e o vinho no sangue de Cristo.




Eucaristia na Bíblia

Segundo os textos no Novo Testamento, eucaristia é o rito cultual (sacramento e sacrifício) instituído por Jesus Cristo na última ceia no qual Ele mesmo se oferece a Deus e se comunga o Seu corpo e sangue em que se converteram substancialmente as espécies pão e vinho. Neste rito sacramental comemora-se a paixão e morte de Jesus.
No Novo Testamento este rito era realizado no contexto de uma refeição comunitária (ágape), mas cedo se converteu num rito independente unido à pregação do evangelho. A Eucaristia apresenta analogia com a refeição pascal dos Judeus, devido ao fato de a última ceia ter sido celebrada segundo o rito judaico da Páscoa.
A dupla afirmação "isto é o meu corpo" e "isto é o meu sangue" e a separação dos elementos da vida (corpo e sangue representados no pão e vinho) simbolizam e atualizam (de acordo com Marcos 14,24) a morte de Cristo como vítima: o corpo que é imolado e o sangue que é derramado, em clara referência ao sacrifício do Calvário.
Em Inácio de Antioquia (no ano 110), o rito recebe pela primeira vez o nome Eucaristia e afirma-se como o centro do culto que os cristãos praticam juntamente com a leitura de textos sagrados.

Fonte: Catequisar



sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Papa almoça com refugiados sírios no Vaticano

Francisco recebeu desenhos das crianças.
Em troca, pontífice entregou alguns brinquedos.



O papa Francisco convidou 21 refugiados sírios, que foram levados à Itália depois que ele os visitou na Ilha de Lesbos, na Grécia, em abril, para um almoço em sua residência no Vaticano, a Casa Santa Marta.

De acordo com o novo porta-voz do Vaticano, Greg Burke, os convidados foram famílias que recebem assistência da Comunidade Santo Egídio, em Roma. O pontífice almoçou com o grupo e conversou sobre "o início da nova vida na Itália".
Em agradecimento, Francisco recebeu desenhos feitos pelas crianças, e elas receberam dele alguns brinquedos.

No encontro, também estiveram presentes o substituto da Secretaria de Estado, o arcebispo Angelo Becciu, o fundador da Comunidade Santo Egídio, Andrea Riccardi, o comandante do corpo da Gendarmaria, Domenico Giani, e dois gendarmes que colaboraram na mudança das famílias de Lesbos à Itália.
Fonte: G1.com

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Cardeal espanhol conta como entrou em prostíbulo para resgatar uma escrava sexual

“Entrei de batina, pedi uma cerveja e disse que não ia embora sem ela e seu passaporte”
A agência de televisão Rome Reports veiculou nesta quinta-feira uma entrevista com o recém-nomeado cardeal espanhol Carlos Osoro, arcebispo de Madri, na qual ele conta como resgatou, alguns anos atrás, uma mulher que estava sendo obrigada a se prostituir.

“Na saída de um hospital, uma moça com sotaque latino-americano me viu de batina de bispo e me disse: ‘Padrecito, me atenda, por favor’. Ela me contou que estava trabalhando num clube noturno e que tinham retido o passaporte dela”.
O arcebispo respondeu:
“Me diga o lugar. Eu apareço lá quando terminar o trabalho desta tarde e vou buscar você. Eu mesmo tiro você de lá”.
E lá foi ele, até o prostíbulo.
“Fui vestido com a batina de bispo. Foi assim que eu entrei. No início houve um silêncio absoluto e imenso no local, que não era precisamente um lugar de oração, e perguntei pela moça”.
A jovem, disseram-lhe, estava trabalhando naquele momento. Então “pedi uma cerveja e esperei que ela descesse, num silêncio que era de gelo”. Algum tempo depois, “a moça desceu e eu pedi que me entregassem o passaporte dela”. O arcebispo precisou assegurar “que não faria nenhuma denúncia”, mas insistiu, prioritariamente, em “conseguir o passaporte dela. Depois de um tempo, eles me jogaram o passaporte”.
Até hoje, o recém-nomeado cardeal mantém comunicação por escrito com a mulher, que “vive uma vida sadia, uma vida de família extraordinária”.
Fonte: Aleteia

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Nunca é tarde: aos 101, brasileira recebe a Primeira Comunhão


Rio de Janeiro, Setembro de 2016 - Dona Penha, uma senhora de 101 anos, viveu um momento único em sua vida, em Santo Antônio de Pádua (RJ). Ela recebeu a Primeira Comunhão em uma missa celebrada na capela do asilo Nossa Senhora do Carmo. Para os que presenciaram o fato, tratou-se de um grande testemunho do amor de Deus.
“Foi um momento muito bonito e nos mostrou que nunca é tarde para receber a Eucaristia, que para quem busca Deus não há tempo ou vergonha que possa impedir”, declarou a auxiliar administrativa da instituição, Josiane Ribeiro, e afirmou que ocasiões como esta ajudam a “reafirmar a fé”.
Josiane contou  que Dona Penha chegou há cerca de um ano ao asilo administrado pelas Irmãs da Associação Nossa Senhora do Rosário de Fátima. No local, há uma capela na qual são celebradas Missas durante a semana.
“A Dona Penha começou a acompanhar as outras senhoras e um dia pediu para se confessar. O Padre Domingos Sávio Silva Ferreira, então, percebeu que ela ainda não tinha recebido a Comunhão e pediu para as irmãs a prepararem para receber o sacramento”, lembrou Josiane.
Segundo a funcionária da instituição, após essa preparação, Dona Penha comungou pela primeira vez e quem a acompanhou pôde ver que “isso era realmente o que ela queria”. “Mesmo aos 101 anos, ela é muito lúcida, preparou-se e recebeu a Primeira Eucaristia de coração”.
Para Josiane, esse episódio foi um testemunho não só para as pessoas que convivem com Dona Penha no asilo, mas também para tantas outras que puderam compartilhar esse momento por meio das redes sociais. “Colocamos as fotos no Facebook do asilo e muitas pessoas viram, comentaram, parabenizaram”.
Fonte:  ACI Digital 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Tempo do Advento: Velas

Desde a sua origem a Coroa de Advento possui um sentido especificamente religioso e cristão: anunciar a chegada do Natal sobretudo às crianças, preparar-se para a celebração do Santo Natal, suscitar a oração em comum, mostrar que Jesus Cristo é a verdadeira luz, o Deus da Vida que nasce para a vida do mundo. O lugar mais natural para o seu uso é família.
Além da coroa como tal com as velas, é uso antigo pendurar uma coroa (guirlanda), neste caso sem velas, na porta da casa. Em geral laços vermelhos substituem as velas indicando os quatro pontos cardeais. Entrou também nas igrejas em formas e lugares diferentes, em geral junto ao ambão. Cada domingo do Advento se acende uma vela. Hoje está presente em escolas, hotéis, casas de comércio, nas ruas e nas praças. Tornou-se mesmo enfeite natalino. Já não se pode pensar em tempo de Advento sem a coroa com suas quatro velas.






Simbolismo da Coroa de Advento (7)Pelo fato de se tratar de uma linguagem simbólica, a Coroa de Advento e seus elementos podem ser interpretados de diversas formas. Desde a sua origem ela possui um forte apelo de compromisso social, de promoção das pessoas pobres e marginalizadas. Trata-se de acolher e cuidar da vida onde quer que ela esteja ameaçada. Podemos dizer que a Coroa de Advento constitui um hino à natureza que se renova, à luz que vence as trevas, um hino a Cristo, a verdadeira luz, que vem para vencer as trevas do mal e da morte. É, sobretudo, um hino à vida que brota da verdadeira Vida.
A mensagem da Coroa de Advento é percebida a partir do simbolismo de cada um de seus elementos.
O Círculo
A coroa tem a forma de círculo, símbolo da eternidade, da unidade, do tempo que não tem início nem fim, de Cristo, Senhor do tempo e da história. O círculo indica o sol no seu ciclo anual, sua plenitude sem jamais se esgotar, gerando a vida. Para os cristãos este sol é símbolo de Cristo.
Desde a Antiguidade, a coroa é símbolo de vitória e do prêmio pela vitória. Lembremos a coroa de louros, a coroa de ramos de oliveira, com a qual são coroados os atletas vitoriosos nos jogos olímpicos.
Os ramos verdes
Os ramos verdes que enfeitam o círculo costumam ser de abeto ou de pinus, de ciprestes. É símbolo nórdico. Não perdem as folhas no inverno. É, pois, sinal de persistência, de esperança, de imortalidade, de vitória sobre a morte.
Para nós no Brasil este elemento é um tanto artificial e, por isso, problemático, menos significativo, visto que celebramos o Natal no início do verão e com isso não vivenciamos esta mudança da renovação da natureza. Por isso, a tendência de se substituir o verde por outros elementos ornamentais do círculo: frutos da terra, sementes, flores, raízes, nozes, espigas de trigo.
Para ornar a coroa usam-se também laços de fitas vermelhas ou rosas, símbolo do amor de Jesus Cristo que se torna homem, símbolo da sua vitória sobre a morte através da sua entrega por amor.
Deste modo, nas guirlandas penduradas nas portas das casas, os laços ocupam o lugar das velas.
Lembram os pontos cardeais, a cruz de Cristo, que irradia a luz da salvação ao mundo inteiro.
As velas
As quatro velas indicam as quatro semanas do Tempo do Advento, as quatro fases da História da Salvação preparando a vinda do Salvador, os quatro pontos cardeais, a Cruz de Cristo, o Sol da salvação, que ilumina o mundo envolto em trevas. O ato de acender gradativamente as velas significa a progressiva aproximação do Nascimento de Jesus, a progressiva vitória da luz sobre as trevas.Originariamente, a velas eram três de cor roxa e uma de cor rosa, as cores dos domingos do Advento.
O roxo, para indicar a penitência, a conversão a Deus e o rosa como sinal de alegria pelo próximo nascimento de Jesus, usada no 3º domingo do Advento, chamado de Domingo “Gaudete” (Alegrai-vos).
Existem diferentes tradições sobre os significados das velas. Uma bastante difundida:
  • a primeira vela é do profeta;
  • a segunda vela é de Belém;
  • a terceira vela é dos pastores;
  • a quarta vela é dos anjos.
Outra tradição vê nas quatro velas as grandes fases da História da Salvação até a chegada de Cristo. Assim:
  • a primeira é a vela do perdão concedido a Adão e Eva, que de mortais se tornarão seres viventes em Deus;
  • a segunda é a vela da fé dos patriarcas que creem na promessa da Terra Prometida;
  • a terceira é a vela da alegria de Davi pela sua descendência;
  • a quarta é a vela do ensinamento dos profetas que anunciam a justiça e a paz.
Nesta perspectiva podemos ver nas quatro velas as vindas ou visitas de Deus na história, preparando sua visita ou vinda definitiva no seu Filho Encarnado, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo:
  • o tempo da criação: de Adão e Eva até Noé;
  • o tempo dos patriarcas;
  • o tempo dos reis;
  • o tempo dos profetas.
Fonte: Franciscanos.org.br

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Vaticano vai levar grupo de sem-teto para passar tarde na praia

Vaticano também vai oferecer pizza ao grupo no final do dia. 
Elemosineria já distribui água e comida semanalmente.



O Vaticano convida neste mês os sem-teto que vivem em Roma e nas proximidades da Praça de São Pedro a passar uma tarde nas praias romanas, em uma nova iniciativa da Elemosineria Apostólica.
De acordo com o jornal italiano "La Stampa", a Elemosineria, que é o organismo da Igreja voltado à caridade em nome do papa Francisco, também oferecerá uma pizza aos sem-teto no fim do dia.
As pessoas passarão uma tarde na praia e serão levadas de ônibus até o local, ainda não divulgado. Os grupos serão formados por dez sem-teto e todos ganharão roupa de banho e toalhas. O dia termina com uma pizza em um restaurante próximo à praia e com o grupo sendo levado de volta à capital italiana.
Em ocasiões anteriores, o organismo, coordenado pelo bispo polonês Konrad Krajewski, levou os sem-teto para cortar o cabelo e abriu um ambulatório para que eles possam receber assistência médica.
Além disso, semanalmente a Elemosineria distribui água e comida às pessoas sem lar que vivem nas estações ferroviárias de Roma.
Fonte: G1.com


Pai e filho serão ordenados sacerdotes nos Estados Unidos

WALSINGHAM - Em um acontecimento pouco comum na  Igreja  Católica, pai e filho serão ordenados sacerdotes nos Estados Unidos....