Tradição de 81 anos na Paróquia São João Maria Vianney, na Vila Romana, zona oeste de São Paulo, o badalar dos sinos antes das missas nos domingos de manhã rendeu multa de R$ 36.540, aplicada pelo Programa de Silêncio Urbano (Psiu). O motivo: o sino foi tocado 16 segundos além do permitido, em novembro 2014, quando duas fiscais constataram que os ruídos também chegavam a 80 decibéis às 9h50 - o limite são 65 decibéis.
A aplicação da multa causou revolta entre paroquianos da igreja e moradores da Vila Romana. Eles tentam descobrir quem fez a denúncia do barulho dos sinos ao Ministério Público Estadual, no início de agosto. A partir dessa reclamação, protocolada na Promotoria de Habitação e Urbanismo, os fiscais da Prefeitura foram duas vezes à igreja. No fim de agosto, o Psiu chegou a alertar o sacristão Gilberto Barbosa, de 35 anos, sobre o problema. Ele é o fiel responsável há 16 anos por puxar as cordas que badalam o sino.
"No fim de agosto, vieram e disseram que tinham recebido a denúncia do barulho. Mas em nenhum momento me orientaram, não sabia que o sino só poderia tocar por 1 minuto", argumenta o padre Raimundo Vieira, de 44 anos, que comanda a igreja. "Quando voltaram, em novembro, já foi para multar."
O padre e moradores católicos vizinhos dizem que a tradição de mais de oito décadas não pode ser interrompida. "Pancadão pode, blocos de carnaval podem, ensaios de escola de samba na rua, também. Eu não sou contra essas coisas. Acho até que uma manifestação cultural como os blocos deve ser autorizada. Mas o sino também é parte de uma tradição da comunidade", defende o padre. "É aquela velha história. Eles 'peneiram as moscas e deixam passar os camelos'", acrescentou Vieira.
Para o governo municipal, porém, a Lei 11.804 é clara ao definir, desde junho de 1995, que o badalar de sinos de igrejas não pode ocorrer por mais de 60 segundos a cada hora. Nas três fiscalizações feitas no dia 30 de novembro na frente da igreja, pelas agentes do Psiu, o badalar dos sinos chegou a 76 segundos, às 9h50. Elas também fizeram duas outras medições que não resultaram em multa, no mesmo dia: 60 segundos de badaladas, às 9h45, e 33 segundos, às 10h02.
Sem música
"Eu nem toco o sino para a missa das 8 horas justamente para não incomodar os vizinhos. Só tocamos para a missa das 10 horas", justifica o padre. Após a primeira fiscalização do Psiu, a igreja também parou de reproduzir uma gravação da Ave-Maria de Gounod nos alto-falantes da paróquia. A música era tocada todos os dias, às 18 horas. "Quem fez a denúncia só pode ser um neurótico que não consegue dormir à noite", emendou o padre.
O sacristão responsável por tocar os sinos também lamenta a multa. "É uma coisa bonita (o badalar dos sinos), as pessoas gostam tanto. Nunca conheci alguém que não gostasse do barulho." A Arquidiocese de São Paulo recorreu da multa, sob o argumento de que não houve orientação sobre a lei que impede o badalar por mais de 60 segundos. Os fiéis citam, por exemplo, os toques na Catedral da Sé e no Mosteiro de São Bento.
Fiel e frequentadora da igreja, Maria Angelo Faria, de 68 anos, está indignada. "Esse sino só emociona as pessoas, conheço gente que até chora quando ouve de manhã", afirma a fiel. "Nós vamos descobrir quem foi esse imbecil que quer acabar com nossa igreja", emendou Alberto de Oliveira, de 44 anos.
Ministério Público
O Psiu informou que a fiscalização na Paróquia São João Maria Vianney foi feita por determinação do Ministério Público Estadual (MPE). “O Psiu realizou vistoria no local em 30 de novembro e constatou que o ruído emitido estava acima do permitido pela Lei de Zoneamento", informou a assessoria de imprensa do órgão.
Em agosto, o órgão já havia recebido queixa contra o local. Na época, durante a vistoria, não foi constatado excesso de ruído. Porém, os agentes do Psiu informaram um funcionário da paróquia sobre a queixa existente e orientaram para adequações", acrescentou a nota do Psiu sobre a multa.
Apesar de as reclamações sobre barulhos de templos religiosos serem comuns no Psiu e representarem quase 11% das queixas que chegam ao órgão, as multas são aplicadas somente quando o denunciante vai ao local no dia da fiscalização e serve como testemunha no processo da multa. Foi o que aconteceu no dia 30 de novembro, quando dois técnicos do órgão foram medir os ruídos do sino da paróquia da Vila Romana acompanhados do denunciante.
O Ministério Público já havia sido procurado pelo mesmo denunciante que acompanhou as equipes do Psiu. A assessoria de imprensa do Psiu explicou que a Lei nº 11.804, de 19 de junho de 1995, determinou que os sinos das igrejas só podem tocar por 60 segundos a cada hora.
Fonte: Diário de Pernambuco
sexta-feira, 29 de maio de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Perseguições á Igreja - Polícia investiga incêndio que destruiu igreja na Índia
Representantes da Igreja Católica dizem que local foi alvo de ataque.
Apenas 2,3% da população da Índia é cristã.
A polícia informou está investigando as causas de um incêndio que destruiu uma igreja na capital da Índia, enquanto centenas de cristãos tomaram as ruas para protestar contra o que consideram um ataque intencional.
Um porta-voz da comunidade disse que, depois do incêndio ocorrido na segunda-fera, dos restos da igreja de São Sebastião, um dos maiores templos cristãos de Nova Déli, emana um forte odor de combustível.
"Foi um ataque deliberado. Não sabemos quem cometeu, mas foi bem planejado", assinalou Savarimuthu Sankar, representante da Arquidiocese de Nova Déli.
O porta-voz acrescentou que a fonte de alimentação elétrica está intacta, por isso o incêndio não pode ser atribuído a um curto-circuito.
A polícia assinalou que foram registrados vários casos de incêndios provocados por atos de vandalismo e disse que estão interrogando várias pessoas, inclusive o segurança da igreja.
O arcebispo Anil Couto declarou que a polícia formou uma equipe especial para investigar os fatos.
Desde que o partido nacionalista de extrema-direita Bharatiya Janata subiu ao poder em maio, cresceram os temores de uma polarização religiosa.
Na Índia, que tem 1,2 bilhão de habitantes, 2,3% da população é de cristãos, ou seja são 27.600.000.
Fonte: G1.com
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Padres que praticam o exorcismo pelo Brasil
Padres brasileiros que se dedicam a um ritual que parecia perdido na história da igreja: o exorcismo. Como explicar esses supostos casos de possessão demoníaca? O que a ciência tem a dizer sobre esse assunto? Veja agora na reportagem de Marcelo Canellas e Luiz Quilião.
Que mal acomete a mulher que se contorce, aos gritos, numa sala fechada?
“Espíritos e demônios, vão embora!!”, diz um padre.
“Espíritos e demônios, vão embora!!”, diz um padre.
Crucifixos, terços, bíblias em punho.
Fantástico: O senhor é um padre exorcista?
Padre Vanilson: Hoje eu tenho autorização da Arquidiocese.
Fantástico: Para fazer exorcismo?
Padre Vanilson: Para fazer exorcismo.
Padre Vanilson: Hoje eu tenho autorização da Arquidiocese.
Fantástico: Para fazer exorcismo?
Padre Vanilson: Para fazer exorcismo.
Ainda existem mesmo padres especializados em enxotar o demônio?
Fantástico: O senhor lida com possessão demoníaca?
Padre Lauro Freire Alves Filho: Sim!
Padre Lauro Freire Alves Filho: Sim!
Padre Lauro, de Fortaleza, está sempre em alerta.
Fantástico: O senhor já foi tentado pelo demônio?
Padre Lauro: Sim. Todos nós somos tentados pelo demônio, né? Isso a fé da igreja nos ensina. Jesus foi tentado pelo demônio.
Padre Lauro: Sim. Todos nós somos tentados pelo demônio, né? Isso a fé da igreja nos ensina. Jesus foi tentado pelo demônio.
Padre Vanilson, de Brasília, nunca se descuida.
“Como a gente mexe com essas questões, a gente acaba também despertando a fúria do mal”, disse Padre Vanilson.
Padre Vanilson e Padre Lauro fazem parte de um pequeno grupo de sacerdotes. Eles se dedicam, em tempo integral, ao que a Igreja Católica chama de combate espiritual ao demônio.
Igreja do Perpétuo Socorro, no Lago Sul, o bairro mais chique de Brasília. No estacionamento, lotado de carros importados, não há vagas. Lá dentro, diante do altar, empresários, altos funcionários, profissionais liberais.
“Sai, em nome de Jesus”, disse Padre Vanilson.
Na Zona rural de Planaltina, no Distrito Federal, num galpão improvisado, operários, camponeses, empregadas domésticas.
“Eu ordeno, que venha para fora. Sai! Sai! Sai. Em nome de Jesus!”, disse.
Seja na igreja abastada. “Fala com autoridade! Fala com poder!”.
Ou no lugarejo pobre. “Feitiçaria!”.
Quando a imagem de São Miguel Arcanjo subjugando Satanás aparece, as pessoas começam a tossir e a gritar. Parecendo em transe, vão se jogando ao chão e permanecem deitadas umas ao lado das outras.
“Tem muito exorcismo? Eu digo: não. Na verdade, nós trabalhamos com oração de libertação”, diz Padre Vanilson.
A diferença é que a oração de libertação é para pessoas supostamente oprimidas pelo mal diabólico, mas que não estão possuídas pelo demônio.
Padre Vanilson: Alguém já me disse assim que eu que provoco as pessoas vomitarem, tossirem, enfim, a gente ouve tanta coisa.
Fantástico: E o senhor responde o que a essas pessoas?
Padre Vanilson: A minha resposta é sempre isto: eu mostro os efeitos.
Fantástico: E o senhor responde o que a essas pessoas?
Padre Vanilson: A minha resposta é sempre isto: eu mostro os efeitos.
Para o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, esse é um comportamento descrito pela medicina.
“É o que nós chamamos de estado dissociativo, que antigamente era chamado de histeria coletiva”, disse o presidente da associação, Antônio Geraldo da Silva.
Fantástico: Cujas características são quais?
“As características são exatamente as das pessoas repetirem ações ou comportarem-se de forma idêntica àquele que está comportando ao seu lado, na sua frente, junto daquele contexto vivencial que se tem naquele momento”, disse o presidente da associação.
É como se todos, sugestionados pelo padre, passassem a agir da mesma forma.
“Em todas essas situações há um comandante, há uma pessoa em que as pessoas acreditam piamente que podem ajudar e que vai fazer e que algo está acontecendo”, disse o presidente da associação.
“Eu não trabalho com teoria. Eu trabalho com ser humano, que está doente, sofrido, oprimido”, destaca Padre Vanilson.
O Fantástico acompanhou dois atendimentos individuais feitos pelo Padre Vanilson, no subsolo da Igreja do Perpétuo Socorro. Uma mulher de 42 anos, e um homem de 35, que não querem se identificar.
“Nos dois casos não foi exorcismo, mas nos dois casos são ação do demônio”, disse o padre Vanilson.
O repórter cinematográfico Luiz Quilião foi autorizado a filmar de dentro da sala. A equipe ficou do lado de fora. O padre entrevista a mulher antes de rezar. Ela diz que o mal aparece num redemoinho, no quarto dela, sempre na hora de dormir.
O repórter cinematográfico Luiz Quilião foi autorizado a filmar de dentro da sala. A equipe ficou do lado de fora. O padre entrevista a mulher antes de rezar. Ela diz que o mal aparece num redemoinho, no quarto dela, sempre na hora de dormir.
“Saiu de dentro do colchão, aquela coisa. E enfiou um negócio na minha cabeça. E falou assim: eu gosto muito de você”, conta.
“Tudo indica que ela foi consagrada ao mundo espiritual diabólico”, disse Padre Vanilson.
“Toda ação maligna, e toda a opressão, pesadelos, visões, tudo isso, Jesus, agora seja cancelado pelo poder e a autoridade do teu reino”, diz o padre.
Fantástico: O senhor estava falando uma outra língura ali?
Padre Vanilson: Ali seria uma linguagem impulsionada pelo Espírito Santo, uma oração suscitada pelo espírito.
Padre Vanilson: Ali seria uma linguagem impulsionada pelo Espírito Santo, uma oração suscitada pelo espírito.
Enquanto invoca ajuda divina, os auxiliares rezam com ele. A moça põe as mãos no estômago, onde estaria concentrado todo o mal. Logo ela se agita.
“Em nome de Jesus, que seja desfeito. Em nome de Jesus, vai obedecer agora”, diz o padre.
Se joga no chão. Depois tenta atacar o padre e é contida pelos auxiliares.
“Chega! Chega!”, declara.
Borrifa água benta.
“Eu cancelo toda a bruxaria que foi feita. Eu sou a tua salvação! Eu sou a tua salvação!”, diz.
Ela se debate. Solta o último grito e se contorce. Depois fica em silêncio, ao comando do padre.
“Então a minha alma exultará no senhor!”, diz.
Ela se acalma, e recebe a última benção. O outro atendimento foi muito parecido. Um rapaz se dizendo atormentado.
Nos dois casos, os atendimentos vão continuar. O padre diz que será preciso fazer mais orações para afastar o mal.
Para a psiquiatra Elisabete Possidente, mestre em neuropsiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, esse comportamento nada tem a ver com o diabo. Trata-se de uma doença psíquica com manifestações físicas.
“O nosso psíquico, ela pode mimetizar qualquer doença física ou mental”, destaca a psiquiatra.
Fantástico: Quer dizer, a pessoa sente fisicamente esse transtorno psicológico?
Psiquiatra: Sente. Ela sofre com isso, não é um fingimento, não é uma simulação. Elas realmente sofrem.
Psiquiatra: Sente. Ela sofre com isso, não é um fingimento, não é uma simulação. Elas realmente sofrem.
A suposta cura, ou expulsão do demônio, seria apenas um alívio oferecido pelo exorcista.
“A vida dela está sendo em função dessas manifestações, desses sinais e sintomas. Então quando tem uma pessoa externa que fala: eu vou te ajudar, eu vou te dar o apoio para você sair disso, isso é fundamental”, disse a psiquiatra.
Fantástico: Que é a figura do padre, o padre cumpre esse papel?
Psiquiatra: Isso. O padre cumpre esse papel.
Fantástico: Que é a figura do padre, o padre cumpre esse papel?
Psiquiatra: Isso. O padre cumpre esse papel.
O antropólogo Carlos Alberto Steil, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, diz que o pastor também cumpre esse papel, porque há exorcismo em outras igrejas.
“O exorcismo, ele tá mais identificado como uma prática cristã. Todo exorcismo na Igreja Católica, Evangélica, Protestante, está associado à ideia da autoridade da palavra”, destaca o antropólogo.
O Papa Francisco começou o seu pontificado reafirmando a existência do diabo. Um dia depois de ser eleito, ele citou o escritor e pensador católico Leon Bloy para dizer que quem não se confessa está sujeito ao demônio. Quem não reza para Deus, reza para o diabo.
“Quando não se confessa para cristo, se confessa à mundanidade do diabo!”, disse o Papa.
Não é o papa quem escolhe os exorcistas. Embora o padre só vire exorcista depois de fazer um curso no Vaticano, cada bispo tem autonomia para nomeá-los, caso ache necessário. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil nunca fez um levantamento completo, mas o Fantástico apurou que existem pelo menos 30 padres exorcistas atuando no país. Sem contar os que combatem o demônio fora do rito oficial da igreja.
Padre Lauro, até pensou em fazer o curso do Vaticano. Mas, um exorcista europeu o desaconselhou.
“Você vai fazer o que lá? Vai ouvir o que já sabe? Só se for para treinar o italiano”, conta Padre Lauro Freire Alves Filho.
Ele recebeu autorização do arcebispo de Fortaleza para fazer atendimentos informais.
Padre Lauro: Formalmente, assim, nomeação de exorcistas na Arquidiocese de Fortaleza não há.
Fantástico: Mas, do ponto de vista prático, o que o senhor faz é exorcismo?
Padre Lauro: Do ponto de vista prático é um verdadeiro exorcismo.
Fantástico: Mas, do ponto de vista prático, o que o senhor faz é exorcismo?
Padre Lauro: Do ponto de vista prático é um verdadeiro exorcismo.
Para ele, o importante é separar o que é ação do demônio e o que é superstição ou distúrbio.
“Uma xícara caiu no chão é o demônio, né? A menina não arranja namorado porque é feia demais acha que é o demônio. Mas o demônio existe, ele tenta, é uma possibilidade e isso acontece”, destaca o padre Lauro.
E para ele, não são só pessoas que são possuídas. Objetos também podem ser, como no caso do piano da casa de um fiel.
“Quando eu olhei, o piano estava tocando sozinho, né? Uma peça de Beethoven ou de Bach, não me lembro bem. E eu pensei comigo, nossa! Que demônio culto, né? Bem educado, né? Toca até piano, né?”, conta o padre.
O padre Geovane é pároco na favela Nova Holanda, no Rio de Janeiro. Fez curso em Roma, e é exorcista nomeado pelo arcebispo. Segue o rito romano e utiliza os objetos da liturgia oficial.
“Ritual, a cruz, óleo, água benta e a estola”, explica Padre Giovane Ferreira.
Em um ano e meio de atividade, exorcizou uma única pessoa, que deixou, por escrito, o relato de seu drama.
“Ofereci a Lúcifer a minha vida. Eu via como que um bicho de pele preta, chifres, olhos brancos envermelhados com rabos enormes. Eu invoquei as legiões do mal. E, aos poucos, fui me libertando”, diz o relato.
A igreja considera muito raros os casos de exorcismo. O próprio padre Vanilson atendeu apenas dois casos.
Fantástico: Nesses dois o senhor foi bem sucedido? Conseguiu expulsar?
Padre Vanilson: Um eu digo que 100%.
Fantástico: Que é a dona Dercília?
Padre Vanilson: Dercília.
Padre Vanilson: Um eu digo que 100%.
Fantástico: Que é a dona Dercília?
Padre Vanilson: Dercília.
Foram 34 anos de sofrimento.
“A força monstruosa que tinha. Os olhos virados”, conta o representante comercial Eurípedes Guedes dos Santos.
O marido acreditava que o demônio falava por Dercília, uma dona de casa de Goiânia.
“E falava com uma voz muito estranha: Ela é minha. Eu queria era a filha dela, mas não foi possível. Então ela é minha. Ela foi consagrada pra mim, ela foi consagrada pra mim”, conta o marido de Dercília.
A filha, que seria o verdadeiro alvo do demônio, assiste à entrevista da mãe.
“Mãe! A voz diferente, no corpo dela, falava: não sou sua mãe. Não encosta em mim”, conta a filha Luciana Guedes da Silva.
Fantástico: Quantos episódios desses você testemunhou?
Luciana: Quando criança, vários. Muitos. Eu não tenho contas, não. Mas foram muitos quando criança.
Fantástico: Dez? Vinte?
Luciana: Uns vinte, talvez.
Luciana: Quando criança, vários. Muitos. Eu não tenho contas, não. Mas foram muitos quando criança.
Fantástico: Dez? Vinte?
Luciana: Uns vinte, talvez.
Fantástico: Você lembra de que?
Dercília Maria Guedes: Eu lembro só quando eles começavam a oração e ia me dando um mal estar, uma coisa ruim, assim, aí eu não lembro mais nada. Aí, no outro dia, quando eu chegava em casa, eu estava toda machucado. Todinha. Boca, braço, tudo. Aí que eles me contavam.
Dercília Maria Guedes: Eu lembro só quando eles começavam a oração e ia me dando um mal estar, uma coisa ruim, assim, aí eu não lembro mais nada. Aí, no outro dia, quando eu chegava em casa, eu estava toda machucado. Todinha. Boca, braço, tudo. Aí que eles me contavam.
O Padre Vanilson resolveu o caso em um único dia.
Fantástico: Isso de fato não aconteceu mais?
Eurípedes: Em novembro, fez um ano e um mês que acabou tudo.
Fantástico: Desde aquela vez, nunca mais aconteceu nada?
Eurípedes: Nunca mais aconteceu nada.
Eurípedes: Em novembro, fez um ano e um mês que acabou tudo.
Fantástico: Desde aquela vez, nunca mais aconteceu nada?
Eurípedes: Nunca mais aconteceu nada.
Eurípedes vai até o quarto para mostrar o kit exorcismo que montou por precaução.
“É o sal exorcizado. Esse aqui é o azeite, também exorcizado”, disse Eurípedes.
E água benta, para borrifar na casa inteira.
Ronaldo Pilati, da Sociedade Brasileira de Psicologia, diz que a ciência explica o comportamento das pessoas supostamente possessas.
“Na literatura de psicologia clínica, por exemplo, o que as pessoas muitas vezes atribuem a possessões, são distúrbios dissociativos e distúrbios psicóticos que são muito frequentemente confundidos com possessões”, destaca Ronaldo Pilati.
“Os psiquiatras e psicólogos, e não só os psiquiatras e psicólogos, até mesmo certos sacerdotes que criticam veementemente o exorcismo, é porque nunca estiveram presente numa sessão de exorcismo”, disse Padre Lauro.
Fonte: Fantástico.com
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Ascensão do Senhor - Área Pastoral ( Avenida Luis Vianna Filho - Paralela )
A comunidade da Área Pastoral da Ascensão do Senhor foi instituída em dezembro de 2010, tendo à frente o delegado episcopal, padre Manoel de Oliveira Filho. Nesses cinco anos de existência, várias comunidades se uniram e foi desenvolvida uma parceria com o Colégio Bolívar Santana, vizinho a igreja, onde acontecem ações sociais, como o projeto Feliz Idade, apoio psicopedagógico, educação ambiental, além da implantação do encontro de jovens.
Este ano surgiu o desejo de ampliação da ação pastoral da comunidade, com a implantação de um centro comunitário, onde possa ser promovida a inserção de crianças, jovens e adultos, promovendo atividades que gerem emprego, renda e maior integração social. Surgindo assim, a ideia do Centro de Promoção Social Monsenhor José Hamilton de Almeida Barros (CPS).Padre Manoel complementa explicando que o CPS é um lugar para objetivar sonhos de solidariedade e fraternidade, um local que carrega a chama da caridade que moveu e move os cristãos há dois mil anos.
Estrutura Atual:
Igreja Matriz Ascensão do Senhor - CAB
Comunidades: Santo Antônio, em Alphaville I / São Francisco, em Alphaville II / São José, Le Parc e Imaculada Conceição, UCSAL - Pituaçu
Movimentos:
Hoje, tem vários movimentos incorporados ao projeto da área pastoral: Movimento Escalada(Zonal Paralela), Grupo Família, Encontro de Casais com Cristo e outros...
Fonte: Pesquisa Arquidiocese e Facebook
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Jogador alemão abandona carreira aos 24 anos para seguir o Sarcedócio
Um atacante alemão resolveu mudar completamente de vida. Aos 24 anos, Sebastian Piotrowski, que estava jogando no Elversberg, da 3ª divisão do país, vai largar o futebol para virar padre.
"Eu queria isso há muito tempo. Por algum tempo eu tentei manter as duas carreiras em paralelo, o estudo de teologia com o futebol, mas isso ficou muito difícil. Tive essa escolha de não perder mais tempo com a bola nos pés e me envolver com o plano de Deus. Acho que é nisso que tenho que focar meu trabalho", disse Piotrowski, ao Bild.
Segundo reportagem do tabloide alemão, o ex-jogador tem uma rotina bem diferente agora. Ele acorda às 7h40 da manhã, quando faz sia oração, e depois passa o restante do dia estudando a Bíblia e outros dogmas da religião no curso de teologia. Todos os diasm também participa de uma missa, para aprender a comandar a celebração.
Moritz Zimmer, defensor da ex-equipe de Piotrowski, e que muitas vezes compartilhou o mesmo quarto de hotel com o agora padre nas viagens da equipe, não se mostrou surpreso com a decisão do antigo companheiro.
"Ele era bem mais diferente do que muitos jogadores de futebol. Muito calmo, realmente é um bom rapaz", disse.
Fonte: MSN.ESPORTES
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Conheça histórias surpreendentes sobre imagem da Padroeira do Brasil
Jovem tentou fugir com a imagem de Nossa Senhora Aparecida.
Escolha da cor da santa após restauração gerou impasse.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a padroeira do Brasil. Você vai conhecer agora histórias surpreendentes sobre a imagem da santinha encontrada no século XVIII por pescadores próximo do local onde foi construído o santuário em sua homenagem, no interior de São Paulo.
Ela é pequenina no tamanho, frágil na aparência, mas se tornou um dos maiores símbolos de devoção nacional. Tem uma cidade que leva seu nome e o maior santuário da Virgem Maria no mundo.
No Santuário Nacional de Aparecida, a imagem de Nossa Senhora fica na parte alta da igreja, protegida por vidros blindados.
Devotos de várias regiões do país, muitas vezes viajam dias seguidos nem que seja para passar alguns segundos diante dela.
A imagem da santa gira para uma capela reservada, mas só em ocasiões especiais. “Nós aqui celebramos a cerimônia do manto. Cada vez nós trocamos o manto. Nós fizemos uma proposta de dar um pedacinho do manto para os devotos de Nossa Senhora Aparecida que ajudaram a construir essa basílica e mantém as obras do Santuário Nacional”, diz Dom Darci Nicioli, bispo-auxiliar da Aparecida.
Aparecida foi encontrada por pescadores nas águas do Rio Paraíba do Sul, no interior de São Paulo, há quase 300 anos. A cabeça estava descolada do corpo. Mas foi em 1978 que ela sofreu um duro golpe.
A imagem original de Aparecida ficava ainda na basílica velha. Quando chegou à noite, os devotos vieram para mais uma missa. Só que, desta vez, entre eles, estava um rapaz de 19 anos que teria uma atitude assustadora.
Chovia muito e o jovem se aproveitou de uma queda de energia. Ele conseguiu pegar a imagem da santa e tentou fugir com o maior símbolo de fé dos brasileiros. Um dos guardas deteve o rapaz, mas o pior aconteceu.
A imagem foi restaurada no Museu de Arte de São Paulo (Masp). Um trabalho minucioso para colar os mais de 200 cacos que não se encaixavam. A parte direita do rosto da santa teve de ser refeita.
Essas fotos mostram a imagem restaurada em comparação com a original. A de agora tem um rosto mais cheio e olhos menores.
A escolha da cor gerou um impasse entre a restauradora e o reitor do santuário, o padre Izidro. Ele queria uma cor mais clara. “E ele dizia assim para mim: ‘Essa cor não é original, porque em 47, em 50, foi mudada a cor. Então eu quero que a senhora mude a cor dela’. Eu falei: ‘Não vou mudar’”, conta a restauradora Maria Helena Chartuni.
A escolha da cor gerou um impasse entre a restauradora e o reitor do santuário, o padre Izidro. Ele queria uma cor mais clara. “E ele dizia assim para mim: ‘Essa cor não é original, porque em 47, em 50, foi mudada a cor. Então eu quero que a senhora mude a cor dela’. Eu falei: ‘Não vou mudar’”, conta a restauradora Maria Helena Chartuni.
Depois que a imagem voltou à Aparecida, Izidro continuava descontente com a restauração e ele tomou uma atitude inusitada: tirou a imagem do nicho do santuário e a levou para o convento onde morava.
Ele passou 28 dias e noites esculpindo com as unhas o olhar de Aparecida até sangrar os dedos. E aproveitou para pintar a santa de outra cor.
“Ele se achou no direito de colocar a coloração que ele achava que era a mais válida para imagem, que melhor correspondia a imagem antes do atentado que a havia destruído”, afirma o padre Victor Hugo Lapenta, coordenador de bens culturais de Aparecida.
Desde que Izidro deixou o cargo, a santinha voltou a ser negra.
Esmolas ou fortunas, tudo enchia os cofres da Igreja já nos tempos em que o país ainda era colônia de Portugal. Dom João VI tomou gosto pelo dinheiro da santa e raspava o cofre das ofertas para pagar as despesas pessoais.
Nossa Senhora Aparecida também foi saqueada por tesoureiros que roubavam sem qualquer dor na consciência.
“Houve muito abuso nesse sentido. De uso do cofre de Nossa Senhora para proveito próprio”, afirma Dom Darci Nicioli, bispo-auxiliar de Aparecida.
Apesar da farra com o dinheiro da santa, os desvios não diminuíram a fé dos católicos.
Se hoje ela tem um santuário e está sempre superprotegida, no passado essa história de devoção tinha um enredo bem diferente. A imagem de Nossa Senhora Aparecida, mesmo frágil, estava sempre próxima dos romeiros. E eles faziam questão desse contato.
Os romeiros vinham de longe e passavam a noite dentro da igreja. Quando os padres dormiam, eles tiravam a santa do altar e faziam procissões às escondidas.
As histórias que a gente contou estão no livro ‘Aparecida’, do correspondente da TV Globo no Oriente Médio, Rodrigo Alvarez.
Do encontro da santa no rio aos tempos de hoje, a fé continua fazendo devotos. E a Basílica de Aparecida recebe 12 milhões de pessoas por ano.
No dia 12 de outubro, Dia da Padroeira, mais de 150 mil fiéis estiveram lá. São devotos que agradecem curas, milagres e graças à santa mãe dos brasileiros.
Fonte: Fantástico.com
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Jovens decidem largar faculdades e profissões para serem padres
Padre explica que há um novo perfil das vocações sacerdotais.
'Eu tinha essa vontade de ser padre desde os 5, 6 anos de idade', diz jovem.
Aos 29 anos, o então professor de geografia Alan Carlos de Oliveira resolveu mudar completamente de vida por causa de um desejo antigo. Ao invés de formar cidadãos nas salas de aula, ele optou pela evangelização. Entrou em um seminário para se tornar padre. "Foi a melhor decisão que tomei", afirma.
A decisão foi tomada em 2013 quando Oliveira morava na pequena cidade de Bela Vista do Paraíso, no norte do Paraná. Foi acompanhado por padres durante um ano, no período chamado de “discernimento”, e agora aos 30 anos, está no segundo ano do Propedêutico do Seminário Arquidiocesano Paulo VI em Londrina.
Alan conta que o desejo de ser padre despertou aos 11 anos, quando era coroinha. Mas, acabou deixando essa vontade de lado para se tornar professor.
“Fui aprovado em Física, fiz um ano e desisti. Depois resolvi fazer Geografia. O mais engraçado é que mesmo na faculdade o pessoal me chamava de ‘seminarista’, porque eu usava um crucifixo, camisas com frases religiosas e sempre carregava um rosário”, lembra.
Após se formar, Oliveira atuou por sete anos em colégios estaduais e particulares. Chegou até a fazer parte do Conselho Tutelar de Bela Vista do Paraíso. Contudo, quando completou 27 anos, o fim de um namoro de um ano e meio deu um novo rumo para a história de Allan.
“Logo que terminei o namoro, a minha mãe lembrou a minha vontade de ser padre. Essa conversa despertou novamente em mim essa vocação. Aí conversei com o padre da paróquia que eu participava, fiz os encontros vocacionais e comecei o caminho de discernimento”, diz Alan.
Em 2014, veio a mudança para Londrina, primeiro para o Seminário Menor, e em 2015 foi ao Seminário Paulo VI. “A vocação sacerdotal te leva a abrir mão de muita coisa por um bem maior. E eu posso dizer que me sinto completo aqui, vivendo minha vocação”, argumenta.
Seminaristas adultos
Alan é o mais velho dos sete seminaristas do Propedêutico do Seminário Paulo VI em Londrina, que atende jovens entre 17 e 24 anos. Para o reitor do Propedêutico, padre Edivan Pedro dos Santos, ele representa um novo perfil das vocações sacerdotais.
Alan é o mais velho dos sete seminaristas do Propedêutico do Seminário Paulo VI em Londrina, que atende jovens entre 17 e 24 anos. Para o reitor do Propedêutico, padre Edivan Pedro dos Santos, ele representa um novo perfil das vocações sacerdotais.
“Quem entra no seminário na fase adulta da vida já sabe o que quer, com maior convicção da vocação. Geralmente esses jovens entram depois um esvaziamento, seja humano, afetivo ou espiritual, e também após vivenciar uma realidade profissional e ter uma graduação. É nesse momento que esses rapazes têm uma grande experiência com Deus. Muitas vezes essa vocação nasceu na adolescência, na juventude, porém foi abafada por outros desejos. Por tudo isso, a escolha dele se torna mais firme, com raízes mais profundas”, analisa o padre.
O próprio padre lembra que decidiu entrar no seminário já aos 24 anos. "Isso mostra que não há tempo certo. A vocação, quando despertada, permanecerá ali, inquietando, até que essa resposta seja dada", afirma.
Vocação
Em cada história ouvida dos seminaristas, a demonstração do amor pela Igreja e por Jesus Cristo é evidente. Amor este que é determinante para eles escolherem a vocação sacerdotal.
Em cada história ouvida dos seminaristas, a demonstração do amor pela Igreja e por Jesus Cristo é evidente. Amor este que é determinante para eles escolherem a vocação sacerdotal.
Boa parte dos que estão no Propedêutico contam que a vocação foi descoberta muito cedo, entre a infância e a adolescência. Todos ali entraram no seminário entre 2014 e 2015. Alguns não chegaram nem a pensar em fazer outra coisa a não ser se tornar padre.
“Eu lembro que tinha essa vontade de ser padre desde os cinco, seis anos de idade, quando via o padre no altar. Quando era pequeno, queria mesmo era ser Papa. Hoje, quero ser padre mesmo”, se diverte ao lembrar Wesley Ignacio, de 17 anos.
Já para outros, a vocação surgiu na vivência dentro da Igreja. Apesar de trabalhar em outras áreas ou até buscar uma profissão, decidiram largar tudo por um ideal maior. “Eu já atuei como técnico em radiologia, cheguei a iniciar o curso de Fisioterapia, mas deixei tudo isso pela vocação”, diz Luiz Locatelli Flório Neto, de 19 anos.
Alguns deles querem associar a vocação sacerdotal com a profissão desejada. O próprio Wesley Ignacio demonstra o interesse em trabalhar na área de comunicação dentro da igreja. "Pode ser na edição de programas, apresentação, trabalhar com rádio, TV. Quero trabalhar com isso, mas o sacerdócio vem em primeiro lugar. Se eu conseguir somar ambos, melhor ainda", comenta.
Celibato
Os seminaristas contam também que passaram pela experiência do namoro antes de decidir pela vocação sacerdotal. Em um dos casos, o fim do relacionamento foi causado justamente por essa decisão.
Os seminaristas contam também que passaram pela experiência do namoro antes de decidir pela vocação sacerdotal. Em um dos casos, o fim do relacionamento foi causado justamente por essa decisão.
“Eu namorava fazia quatro meses com uma garota que conheci em um encontro na Canção Nova [comunidade católica localizada no interior de São Paulo]. Porém, a vocação me inquietava. Um dia decidi e contei para ela minha decisão”, conta Diego Jorge Santos, de 24 anos.
Quando questionados sobre o celibato, eles destacam que essa não é a única e nem a maior das dificuldades vivenciadas. “Há muitas outras renúncias que são mais difíceis de viver. Aqui aprendemos a viver a imagem do Jesus humano. E isso nos faz viver nossa humanidade por completo, tendo equilíbrio em cada uma das áreas, seja afetiva, social, intelectual. E Deus nos capacita para isso”, destaca Diego Santos.
Apesar de sentirem falta da família e de amigos, nenhum deles mostra dúvida ou arrependimento pela escolha. Ao contrário, falam com firmeza e alegria sobre a vocação. “Nós sabemos que a messe é grande, mas poucos são os operários. Nós fomos escolhidos, e temos certeza que é Deus quem nos capacita para isso”, diz Emanuel Pereira Rosa, de 17 anos.
Rotina
Os seminaristas têm uma agenda cheia durante a semana. No caso dos que estão no Propedêutico, o dia começa às 6h30, com a primeira oração do dia. Depois do café da manhã, têm aulas praticamente todos os dias sobre vários temas, como formação humana, temas de espiritualidade e da igreja, música, comunicação e filosofia.
Os seminaristas têm uma agenda cheia durante a semana. No caso dos que estão no Propedêutico, o dia começa às 6h30, com a primeira oração do dia. Depois do café da manhã, têm aulas praticamente todos os dias sobre vários temas, como formação humana, temas de espiritualidade e da igreja, música, comunicação e filosofia.
Após o almoço, as atividades são variadas, entre aulas, limpeza da casa, além da prática de esportes. Uma vez por semana os seminaristas vão até a Casa de Custódia de Londrina, onde auxiliam a Pastoral Carcerária no trabalho de evangelização.
Os seminaristas também têm um dia de folga durante a semana. “Podemos sair, ir ao cinema, ao Igapó, visitar algum lugar, conhecer algo”, conta Gabriel Vital. Porém, precisam chegar até as 22h. "Quem atrasa, precisa conversar com o reitor", acrescenta.
Em alguns dias, o grupo sai junto para fazer uma atividade, geralmente acompanhada do reitor. Além disso, eles têm dois períodos de férias: um no meio do ano e outro no final do ano. Possibilidade de rever a família, os amigos, e voltar a viver no convívio de suas comunidades. Os familiares podem ser visitados também em algumas datas específicas, com na Páscoa, por exemplo.
Dimensão da vocação
Ao todo, a arquidiocese da cidade tem 27 seminaristas, divididos em quatro etapas. Destes, 16 estão no Seminário Paulo VI, sendo os sete do propedêutico e outros nove da Teologia. Além disso, são cinco seminaristas no Seminário Menor, também em Londrina, e outros seis cursando Filosofia em Maringá, também no norte do estado.
Ao todo, a arquidiocese da cidade tem 27 seminaristas, divididos em quatro etapas. Destes, 16 estão no Seminário Paulo VI, sendo os sete do propedêutico e outros nove da Teologia. Além disso, são cinco seminaristas no Seminário Menor, também em Londrina, e outros seis cursando Filosofia em Maringá, também no norte do estado.
Dentro do seminário, os vocacionados passam por acompanhamento psicológico individual e em grupo, trabalho de teologia espiritual e também de orientação individual, além da observação do próprio reitor. “Cada caso é diferente. Nós temos que saber observar e orientar cada um deles”, diz o padre Edivan Santos.
Fonte: g1.com
Assinar:
Postagens (Atom)
Pai e filho serão ordenados sacerdotes nos Estados Unidos
WALSINGHAM - Em um acontecimento pouco comum na Igreja Católica, pai e filho serão ordenados sacerdotes nos Estados Unidos....
-
Os eventos com Cosme atrai milhares de fiéis que pulam e dançam os grandes sucessos do ex-traficante Cosme, como “Marchando para o Senhor”,...
-
É chamado de "Ano Litúrgico" ou "Ano Cristão", no momento que vão desde o primeiro domingo do Advento e na última se...
-
ARQUIDIOCESE – É a província eclesiástica que abrange todas as dioceses de uma região. Quem a governa e a preside é o bispo mais imp...










