sexta-feira, 28 de outubro de 2016

AIS bate recorde de donativos e triplica ajuda para a Síria



No ano de 2015, a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre bateu o recorde de coleta de donativos em toda a sua história. Ultrapassando a marca de 124 milhões de euros (cerca de 15% a mais em relação a 2014), esta verba assegurou o financiamento de 6.209 projetos em mais de 140 países.



“Mais verbas recolhidas, mais projetos apoiados. Esta é uma cadeia de solidariedade que cresce de ano para ano”, lê-se no site da instituição. Em 2015, uma parte substancial da ajuda foi destinada a projetos de emergência nos países do Médio Oriente e da África, regiões onde os cristãos têm sido particularmente perseguidos, expulsos e marginalizados. Em alguns países, como a Síria, por exemplo, essa ajuda triplicou.
Em nível mundial, a Fundação financiou projetos de construção ou de reconstrução de seminários, capelas, igrejas e catedrais, destruídos por causa da guerra ou de atos terroristas, mas também em regiões assoladas por calamidades naturais.
O apoio para meios de transporte – essenciais para o desenvolvimento do trabalho apostólico de sacerdotes e religiosas– voltou a estar no centro das preocupações de AIS, com a aquisição e distribuição de centenas de automóveis, motos, bicicletas e barcos.
Os recursos angariados foram utilizados também no apoio a mais de 11 mil seminaristas, o que significa que esta organização, que depende diretamente da Santa Sé, foi responsável pelo apoio e suporte de um em cada 10 seminaristas em todo o mundo. Também 10.240 irmãs foram auxiliadas com projetos de formação ou de subsistência.
Sobre a AIS
Fundada em 1947 pelo Padre Werenfried van Straaten, que se inspirou na mensagem de Fátima, a Fundação AIS é uma organização dependente da Santa Sé que tem como objetivo apoiar projetos de cunho pastoral em países onde a Igreja Católica passa por dificuldades.
No mês de junho, a Ajuda à Igreja que Sofre lançou uma campanha internacional intitulada “Seja a Misericórdia de Deus”, em resposta a um desafio lançado pelo próprio Papa Francisco, que pediu “a todos os homens e mulheres de boa vontade de todo o mundo para que se faça uma obra de misericórdia em cada cidade, em cada diocese, em cada associação”.
Fonte: Canção Nova, com Rádio Vaticano

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Padre já salvou mais de 150 mil refugiados no Mediterrâneo




Um sacerdote católico, padre Mussie Zerai, salvou mais de 150 mil refugiados respondendo aos pedidos de ajuda provenientes do Mar Mediterrâneo. Ele avisa os grupos de salvamento marítimo para que façam o resgate dos refugiados. O número de telefone do sacerdote está gravado nas paredes de uma prisão da Líbia, onde muitos imigrantes da Eritreia vão parar após entrar de maneira ilegal neste país.
A história começou de forma inesperada em 2003. “Um jornalista me pediu ajuda para fazer a tradução para alguns refugiados que estavam dentro daquela prisão. Um deles ficou com o número do meu telefone e escreveu na parede”, contou padre Zerai.
“Quando saíram da Líbia e pegaram um barco para chegar à costa europeia, viram que iam naufragar. Ligaram para mim, porque era o único telefone que tinham e no qual poderiam falar em seu idioma. Liguei correndo para o resgate marítimo e para a guarda costeira”.
Desde então, padre Zerai afirma que ele e outros voluntários puderam ajudar mais de 150 mil pessoas que arriscaram a travessia da África à Europa. O último grupo que ajudou foi há alguns dias.
“Foram aproximadamente 260 pessoas que estavam em duas barcaças. Estavam com medo, iam naufragar. Finalmente, salvaram suas vidas”, diz ele.
Sobrecarregado pelo imenso número de ligações que recebia, padre Zerai organizou o centro de ajuda telefônica ‘Assistência Mediterrânea’, no qual voluntários atendem às chamadas que recebem de qualquer lugar do mundo, 24 horas por dia.
No entanto, além da ajuda aos refugiados que arriscam suas vidas no Mar Mediterrâneo, padre Mussie Zerai faz a sua parte em qualquer causa pela qual vale a pena lutar. Por isso, criou a Agência Habeshia para a Cooperação e o Desenvolvimento, onde organiza diversas iniciativas lideradas pelo sacerdote.
Atualmente padre Zerai é responsável pelo cuidado pastoral dos católicos eritreus que estão na Europa.
Fonte: Canção Nova, com Rádio Vaticano

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

“Universidade do Papa” recebe 20 jovens refugiados do Iraque, Síria e Eritreia



São 20 jovens do Iraque, Síria e Eritreia, que por causa das guerras e perseguições em seus países tiveram que interromper sua formação acadêmica, e que continuarão seus estudos na Pontifícia Universidade Lateranense.
No dia 19 de julho foi assinado um protocolo a respeito com o Ministério do Interior italiano para acolher a estes estudantes como titulares de proteção internacional.
Sobre esse particular, expressou Dom Enrico dal Covolo, reitor da Lateranense, que convidou a todos do centro acadêmico a “abrirem as portas da Universidade para caminharem com os jovens irmãos em fuga do inferno da guerra, das perseguições e do terrorismo. Conosco, encontrarão uma casa e um livro, mas sobretudo o abraço dos irmãos com os quais compartilham experiências de estudo e de vida, crescendo em humanidade”.
Fonte: Gaudium Press

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Evangelização e Misericórdia!!!






Essa Freira tem mais de 80 anos e continua saindo de casa para Evangelização na periferia de Salvador. Não pede dinheiro e nem promete riqueza. Apresenta Jesus
 e sua misericórdia. Essa Religiosa vive na simplicidade e na alegria do Cristo Ressuscitado... Rezemos para que ele continue se dedicando...





Fonte: Cildo Ferreira/Facebook

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Mosaico de anjo escondido por quase mil anos onde Jesus teria nascido é descoberto

Mosaico de anjo escondido por quase mil anos onde Jesus teria nascido é descoberto

Imagem estava coberta por camadas de reboco na Basílica da Natividade, em Belém, uma das mais antigas ainda em uso no mundo.











Uma equipe de restauradores italianos descobriu um mosaico de anjo escondido na Igreja da Natividade, em Belém, na Cisjordânia.
O anjo da imagem olha para o local onde Jesus Cristo teria nascido - acredita-se que a obra estivesse escondida há quase mil anos, coberta por reboco.
Tensões entre diferentes denominações cristãs atrasaram por muito tempo reformas urgentes na igreja, uma das mais antigas ainda em uso no mundo.
Mas um acordo intermediado pela Autoridade Palestina permitiu o início dos trabalhos de restauração três anos atrás.
Fonte: G1.com

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Brasil: Desemprego no país permanece em nível recorde


Em um ano, mais 3,3 milhões procuraram e não encontraram trabalho.
Desempregados buscam sobrevivência em abrigos e refeições a R$1 

Do mês de março até maio, a taxa de desemprego no Brasil se manteve em nível recorde. No período de um ano, mais 3,3 milhões trabalhadores passaram a enfrentar as agruras de estar sem ocupação.
No restaurante popular, a maioria conhece as durezas da vida de longo tempo, aliviadas pela refeição que custa apenas R$ 1. Agora tem a companhia de novatos. Danielle e Mário Sérgio são técnicos em radiologia. Ele perdeu o emprego há três meses. Ela nunca conseguiu emprego desde que concluiu o curso. 
“É difícil arrumar emprego, ainda mais tendo criança. Não está sendo fácil não”, diz Danielle de Oliveira.
Pedro há oito meses busca emprego. Até na fila da comida. O papel que ele entregou ao atendente é o currículo.
Hoje você já fez alguma refeição?
Essa é a primeira.
Vai jantar?
Se tiver em casa vou jantar, se não tiver, dormir com fome
A Igreja de São Francisco, no centro de  São Paulo, distribuiu lanche de graça para quem vive na rua ou em abrigos, e também tem recém-chegados.
“Os patrões falaram: ‘Não dá para manter’. E foram dois funcionários mandados embora. Eu fui um desses dois”, diz Guilherme Rodrigues de Moraes.
“O perfil hoje, é o número significativo de pessoas que vieram do mercado de trabalho, perderam o emprego. Consequentemente, perde moradia, e aí literalmente vai para rua”, explica o frade franciscano José Francisco dos Santos.
Um teto e um cobertor contra o frio. Os que tentam voltar ao mercado de trabalho esperam que abrigos sejam alívios temporários, mas eles enfrentam uma dificuldade para conseguir um emprego. Falta uma informação essencial no currículo: o endereço.
É difícil concorrer com quem está desempregado, mas tem residência fixa.

“Já fui operador de caixa, assistente de vendas e atendente de restaurante. Não consigo emprego, já entreguei na cidade toda. Estou morando no albergue, e não estou conseguindo”, disse Paulo Maykel Martins.
Jéferson perdeu o emprego quando Luciana estava grávida.
“Eles contrataram pra trabalhar no fim do ano, passou o fim do ano e mandaram embora”, conta Jéferson Batista Jesus dos Santos.
Ela trabalhava e está em licença-maternidade. É isso que sustenta a família. Enquanto pegam o lanche, sonham com o dia em que, para criar Anderson, 11 dias de idade, não dependerão mais da caridade alheia.
Fonte Jornal Nacional

Pai e filho serão ordenados sacerdotes nos Estados Unidos

WALSINGHAM - Em um acontecimento pouco comum na  Igreja  Católica, pai e filho serão ordenados sacerdotes nos Estados Unidos....